As histórias que os nossos quilts nos contam...

Há um ditado que diz que vinho quanto mais velho, melhor. E é verdade mesmo.

Muitas coisas ficam melhores com o passar do tempo, e os quilts são um exemplo. As fibras vão se acomodando com o uso e as lavagens, e as camadas - topo, recheio e forro - tornam-se quase que uma coisa só, retraindo-se e produzindo um efeito enrugado que, ao meu ver, é maravilhoso.

É como se quisesse mostrar que se acomoda, que se deixa dominar pelo quilting e pelas dobras impostas. É como as rugas das nossas faces, que mostram a pele vincada pelos muitíssimos sorrisos e outras demonstrações de emoção, tantas vezes repetidas.

Eu amo esse aspecto dos Quilts envelhecidos que muitas vezes me faz lembrar momentos que passei com eles. Esse das fotos, por exemplo, foi muitas vezes usado como um tapete que colocávamos no chão para os netos, ainda bebês, pudessem brincar sobre ele.

Também foi um dos primeiros tecidos importados que colocamos à venda em nossa loja e um dos primeiros que quiltei na longarm.

Sou apaixonada por ele. Cada dia mais. Quanto mais ele fica enrugado, mais histórias ele conta.

Quilts são assim. Quando novos são apreciados pela novidade, pelo prazer de tê-los feito. Quando velhos, pelas marcas que nossas próprias histórias produziram nele.

Com amor e carinho,
Eliana Zerbinatti

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